No entanto, a ambição foi frustrada pelo anúncio uruguaio, país que também ratificou o acordo nesta quinta-feira.
"Com esta ratificação, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, terá as condições necessárias para avançar com o seu pedido provisório. Isto permitirá que as nossas exportações comecem a beneficiar das preferências tarifárias negociadas. Escolhemos a abertura, a concorrência e a integração no mundo; isto significa mais investimento, mais crescimento e mais empregos", escreveu em sua conta na rede social X o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno.
(Com Agência Estado)
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