O resultado do ano passado decorreu de 26.599.777 admissões e 25.320.279 demissões. O estoque de empregados celetistas passou de 47.194.850 vínculos para 48.474.348.
O mercado financeiro esperava um novo avanço no emprego no ano, e o resultado veio abaixo da mediana das estimativas de analistas consultados pelo Projeções Broadcast, que indicava abertura de 1,4 milhão de postos de trabalho. As expectativas variavam de 1.315.146 a 1.895.130.
No acumulado do ano, todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos.
O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 758.355, seguido pelo Comércio, com 247.097 postos. Indústria teve saldo de 144.319 empregos, Construção registrou 87.878 vagas e Agropecuária, 41.870 postos de trabalho.
Em 2025, todas as Unidades da Federação obtiveram resultado positivo no Caged. O melhor desempenho entre os Estados foi registrado em São Paulo, com a abertura de 311.228 postos de trabalho. Já o pior desempenho entre os Estados foi registrado em Roraima, com a abertura de apenas 2.568 postos de trabalho.
Dezembro
Em dezembro, o mercado de trabalho brasileiro fechou 618.164 postos de trabalho. A variação do mês foi de -1,26%, o que, segundo a pasta, é compatível com o padrão histórico do Novo Caged, cuja média de dezembro em 2023 e 2024 foi de -1,07%. É o pior mês de dezembro desde a pandemia, em 2020.
O saldo foi resultado de 1.523.309 admissões e 2.141.473 desligamentos. Em novembro, o saldo havia sido positivo em 84.109 vagas, já incorporando os ajustes na série.
O resultado negativo de dezembro ficou acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para um fechamento líquido de 481.300 vagas. As estimativas para esta leitura, todas de fechamento, variavam de 560.015 a 264.848 vagas.
(Com Agência Estado)
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