"Em dezembro, teremos novas projeções e mais informações. Esse será o nosso próximo momento de decisão. Para mim, a questão, cada vez mais, não é se serão necessárias medidas adicionais, mas sim qual a magnitude do esforço adicional que será exigido", ponderou o membro do BCE.
Para Kazimír, os mercados talvez ainda subestimem o que é necessário em relação aos juros e, segundo ele, a questão da política monetária "não se resume a uma única reunião ou a uma única medida", já que se trata da trajetória necessária para trazer a inflação de volta à meta de 2% e mantê-la nesse patamar.
"Os riscos de fazer pouco são mais difíceis de ignorar. Devemos agir antes que a inflação elevada comece a ser vista como algo normal. A paciência tem seu lugar na política monetária. A hesitação, por sua vez, tem seu preço", acrescentou o dirigente.
(Com Agência Estado)
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