A piora do resultado, segundo a varejista, deveu-se principalmente a pressões financeiras em meio ao cenário de juros elevados no País.
A receita líquida da varejista somou R$ 7,41 bilhões no trimestre, alta anual de 6,1%. Já o lucro bruto cresceu 6,5%, para R$ 2,24 bilhões.
Segundo o diretor financeiro (CFO) da varejista, Elcio Ito, parte relevante da piora do prejuízo veio da não constituição de Imposto de Renda diferido, efeito contábil sem impacto caixa, que representou cerca de R$ 370 milhões de variação na comparação anual.
(Com Agência Estado)
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