Durante evento na Universidade de Harvard, Powell acrescentou que, embora não seja necessário reduzir o estoque da dívida, será importante reequilibrar as contas públicas ao longo do tempo, de modo que o crescimento econômico supere o avanço do endividamento.
Segundo ele, "não vai terminar bem" caso não haja ajustes, embora ressalte que essa é uma responsabilidade do Congresso, e não do Fed.
No campo da política monetária, o dirigente reiterou que o Fed ainda avalia os efeitos do novo choque de energia ligado ao Oriente Médio. "É cedo demais para saber" a magnitude do impacto, afirmou, destacando que a autoridade monetária acompanha uma sequência de choques de oferta recentes, incluindo a pandemia e as tarifas, que vêm tendo impacto mais limitado. Segundo Powell, as tarifas adicionaram entre 0,5 e 0,8 ponto porcentual à inflação.
Powell disse que, diante desse cenário, a política monetária está "em uma boa posição para esperar e ver" os desdobramentos antes de qualquer decisão.
Sobre estabilidade financeira, ele minimizou riscos imediatos vindos do crédito privado. "Não vemos contágio neste momento" e "não parece ter características de um evento sistêmico mais amplo", afirmou, embora tenha ressaltado que o Fed segue monitorando o setor de perto.
Questionado sobre futuras decisões de política monetária do Fed sob Kevin Warsh, Powell disse que não comentaria cenários hipotéticos.
(Com Agência Estado)
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