A publicação aponta que, se as tarifas permanecerem em vigor por mais tempo, evidências de pesquisas com empresas norte-americanas sugerem que elas repassarão uma parcela maior desses custos aos consumidores.
"No longo prazo, essa parcela poderá subir para mais da metade, à medida que as empresas americanas esgotarem sua capacidade de absorver os custos", detalha o relatório.
O BCE ainda destaca que, se a capacidade de absorção de tarifas pelos exportadores permanecer limitada, isso implicaria que as empresas americanas absorveriam cerca de 40% dos custos das tarifas mais elevadas no longo prazo.
Embora os EUA sejam os mais afetados pelas tarifas impostas pelo próprio governo norte-americano, os exportadores europeus não estão imunes.
O estudo prevê que um aumento de 10% nas tarifas também resultaria em uma queda de 4,3% no volume de importações nas categorias de produtos ainda comercializadas sob tarifas.
(Com Agência Estado)
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