A unidade, que recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na sexta-feira, 27, tem capacidade para processar 1 milhão de toneladas de grãos por ano, entre milho e sorgo, além de gerar 245 mil toneladas de DDGS, 23 mil toneladas de óleo vegetal e 132 GWh de energia elétrica.
Com investimento de R$ 1,3 bilhão, o projeto gerou cerca de 2.500 empregos durante a construção e deve manter 450 postos fixos na operação.
"A presença da Inpasa deve impulsionar o cultivo da segunda safra e incentivar o sorgo como alternativa viável ao milho, com ganhos em previsibilidade de comercialização, logística regional e capacidade de armazenamento, que são desafios recorrentes para os produtores do Matopiba", afirmou em nota o CEO da Inpasa, Éder Odvar Lopes.
A Inpasa agora tem oito unidades em operação, sendo duas no Paraguai e seis no Brasil, nos Estados de Mato Grosso (Sinop e Nova Mutum), Mato Grosso do Sul (Dourados e Sidrolândia), Maranhão (Balsas) e Bahia (Luís Eduardo Magalhães).
Além disso, há duas plantas previstas para serem inauguradas até 2027: Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT).
Com capacidade instalada de 6,2 bilhões de litros de etanol por ano, a companhia também produz 3,3 milhões de toneladas de DDGS, 312 mil toneladas de óleo vegetal e 1.513 GWh de energia renovável.
(Com Agência Estado)
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