Os números se referem a pesquisa Firmus do primeiro trimestre de 2026, publicada nesta segunda-feira, 30, pelo Banco Central.
A coleta de dados ocorreu em fevereiro, entre os dias 9 e 27, portanto antes do ataque coordenado de Estados Unidos e Israel ao Irã.
Nesta rodada, 309 empresas participaram da pesquisa. A base de comparação é a pesquisa anterior, cujos dados foram coletados entre os dias 10 e 28 de novembro.
A Firmus tem como objetivo captar a percepção de empresas não financeiras em relação à situação de seus negócios e às variáveis econômicas que influenciam suas decisões.
Para 2028, essas empresas esperam alta de 3,8% para o IPCA. A estimativa foi publicada pela primeira vez nesta edição da pesquisa.
Com o resultado, a trajetória prevista pela Firmus está abaixo da esperada pelo Focus para 2026 e 2027. Na última edição do boletim, publicada nesta segunda-feira, as medianas indicam alta de 4,31% para o IPCA em 2026, 3,84% em 2027 e 3,57% em 2028. Há um mês, as estimativas eram de inflação de 3,91%, 3,79% e 3,50%, respectivamente.
PIB
A mediana da Firmus para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 permaneceu em 1,80%. Para 2027, a expectativa é de crescimento de mesmo nível (1,80%).
No Focus, as estimativas intermediárias para os períodos estão em 1,85% e 1,80%. Há um mês, eram de 1,82% e 1,80%.
Câmbio
A mediana das expectativas da Firmus para o dólar seis meses à frente recuou de R$ 5,50 para R$ 5,40.
(Com Agência Estado)
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