O governo manteve a perspectiva de uma trajetória crescente de superávits primários. A previsão, conforme a apresentação divulgada pelos ministérios, é obter um superávit primário de 1% do PIB em 2028, 1,25% do PIB em 2029 e 1,50% do PIB em 2030. Nos anos seguintes, o centro do alvo continuaria sendo positivo em 1,50% do PIB.
Em valores nominais, o projeto define como meta um superávit primário de R$ 73,2 bilhões em 2027, considerando as compensações da meta. Considerando a margem de tolerância, será de R$ 36,6 bilhões a R$ 109,8 bilhões. Em seguida, também em valores nominais, a perspectiva é obter superávits de R$ 157,3 bilhões em 2028, R$ 211,1 bilhões em 2029 e R$ 272,2 bilhões em 2030.
O resultado primário previsto no PLDO 2027 decorre de uma receita primária total de R$ 3,408 trilhões (23,3% do PIB) e de despesas primárias de R$ 2,760 trilhões (18,8% do PIB). A despesa primária sujeita ao limite de gastos é estimada em R$ 2,541 trilhões para todos os poderes. Considerando apenas o Executivo, o montante é de R$ 2,441 trilhões.
O PLDO prevê despesas discricionárias do Executivo de R$ 274,8 bilhões em 2027.
O documento ainda estimou os gastos com benefícios previdenciários de R$ 1,204 trilhão em 2027, R$ 1,284 trilhão em 2028, de R$ 1,375 trilhão em 2029 e de R$ 1,449 trilhão em 2030.
(Com Agência Estado)
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