Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em queda de 1,02% (US$ 0,68), a US$ 65,63 o barril. Já o Brent para maio caiu 0,75% (US$ 0,53), a US$ 70,58 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
O vice-ministro de Relações Exteriores do Irã, Majid Takht-Ravanchi, afirmou que o país está "pronto para chegar a um acordo o mais rápido possível" com os EUA, e fará "tudo o que for necessário para que isso aconteça", segundo a agência de notícia Isna.
"A maior parte do recente aumento de preço se deve a um prêmio de risco crescente. O preço está bem acima do justo do petróleo, o que poderia ser explicado apenas por fatores fundamentais. Os spreads temporais da curva a termo do Brent, ou seja, os diferenciais de preço para os vários vencimentos dos contratos, também aumentaram consideravelmente", aponta o Commerzbank.
Na sexta-feira, era necessário pagar um prêmio de US$ 3,5 pelo petróleo com entrega em um mês em comparação com o petróleo com entrega em sete meses, pontua. Em comparação com o petróleo com entrega em 12 meses, o prêmio correspondente chegou a mais de US$ 5. A última vez que os spreads de prazo foram maiores foi em junho de 2025, quando ocorreu a guerra de 12 dias entre Israel e Irã, que terminou com um ataque dos EUA às instalações nucleares iranianas.
A Transneft, monopólio da Rússia de oleodutos, reduziu a entrada de petróleo bruto em seu sistema em cerca de 250 mil barris por dia, disseram fontes à Reuters, após um ataque com drones da Ucrânia à estação de bombeamento de Kaleykino causar um incêndio. O local abastece o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo bruto de Moscou para o Leste europeu.
(Com Agência Estado)
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