O resultado foi influenciado pelo ganho com variação cambial, refletindo a valorização do real frente ao dólar, e a reversão do impairment.
O lucro líquido sem eventos exclusivos é de R$ 23,811 bilhões no período, alta anual de 0,9%, mas queda de 7,2% ante o trimestre imediatamente anterior.
A receita de vendas no período subiu 0,4%, para R$ 123,6 bilhões, frente ao primeiro trimestre de 2025, e recuou 2,9% em relação ao último trimestre do ano passado.
Segundo a empresa, o aumento recente dos preços do petróleo e o recorde da produção praticamente não se refletiram nas receitas do primeiro trimestre. Em relação ao volume, há uma defasagem natural entre o embarque e o reconhecimento da venda que ocorre no momento da transferência de titularidade da carga, quando os navios chegam aos portos de destino.
O Ebitda ajustado teve queda de 2,4% contra o primeiro trimestre do ano passado e recuo de 0,5% em relação ao último trimestre de 2025, para R$ R$ 59,643 bilhões. O Ebitda ajustado sem eventos exclusivo somou R$ 61,670 bilhões, queda anual de 1,0% e aumento trimestral de 4,5%.
A companhia informou que apesar da maior produção, as menores exportações de petróleo realizadas no período atenuaram parcialmente os resultados.
A dívida líquida da empresa foi de para US$ 62,093 bilhões, valor 10,8% superior ao primeiro trimestre de 2025. Já os investimentos ficaram em US$ 5,107 bilhões, uma alta de 25,6% com relação a igual período do ano passado.
(Com Agência Estado)
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