Ele admitiu, porém, que uma falta pontual do combustível no Rio Grande do Sul foi o motivo do leilão realizado na quinta-feira, 12, no Estado, e que vendeu diesel a R$ 1,78 o litro acima do preço da refinaria.
"Monitoramos o abastecimento, assim como todas as empresas do setor, acompanhando as importações que chegam ao Brasil. Em fevereiro, antes do início da guerra, estimávamos a chegada de 700 a 800 mil metros cúbicos de produtos. Observamos desvios de algumas cargas para outras localidades. Identificamos o desvio de três navios, totalizando aproximadamente 250 a 280 mil metros cúbicos, provavelmente motivados por melhores margens de lucro", explicou o diretor.
Ele faz coro com a presidente da empresa, Magda Chambriard, que disse ser comum, nesses momentos, especuladores guardarem o produto à espera do aumento.
Ainda segundo Schlosser, a Petrobras fornece aproximadamente 1,7 milhão de barris por dia de derivados, principalmente diesel, com importações adicionais de cerca de 200 a 300 mil barris. Os importadores variam suas operações, importando entre 700 mil e 1,2 milhão de barris de derivados, com foco especial no diesel, devido à sua sensibilidade no mercado.
"Atualmente, nossas entregas estão adiantadas em relação aos prazos", disse o executivo, ressaltando que o fornecimento está excedendo a "cota-dia" a que cada distribuidora tem direito. "A demanda do mercado frequentemente excede nossa capacidade de produção. Embora estejamos implementando ampliações e otimizações em nossos processos, atualmente enfrentamos desafios na entrega de determinados derivados", afirmou.
(Com Agência Estado)
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