A medida busca punir autoridades, executivos ou pessoas influentes que teriam utilizado informações confidenciais sobre a crise da instituição para retirar investimentos milionários pouco antes do bloqueio das operações, enquanto correntistas comuns tiveram contas congeladas e perderam o acesso a salários e aposentadorias.
Em publicação no Instagram neste domingo, a parlamentar confirmou o início da elaboração da peça jurídica contra pessoas não nominadas, que será entregue aos promotores anticorrupção para mapear grandes transferências financeiras efetuadas nos momentos que antecederam o encerramento das atividades do banco.
Em entrevista ao veículo paraguaio, a legisladora ressaltou que a fuga coordenada de recursos constitui crime grave no código penal paraguaio, defendendo o rastreamento completo de quem vazou os dados sigilosos e de quem retirou o capital sem blindagem ou apadrinhamento político.
(Com Agência Estado)
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