Segundo a agência, o total da contribuição coletiva deve chegar a 426 milhões de barris, e a liberação geral de estoques de emergência consistirá em grande parte de petróleo bruto, enquanto na Europa as contribuições serão principalmente na forma de produtos de óleo refinado.
Esta é a sexta vez que os países membros da AIE tomam uma ação coletiva de emergência para apoiar os mercados de petróleo.
A medida de 2026 ocorre em meio a guerra no Oriente Médio, que está criando a maior interrupção de fornecimento na história do mercado global de petróleo, de acordo com a agência.
"A ação coletiva de emergência da AIE, de longe a maior já realizada, fornece um amortecedor significativo e bem-vindo. Mas o fator mais importante para garantir o retorno a fluxos estáveis é a retomada do trânsito regular de embarcações através do Estreito de Ormuz", acrescenta.
(Com Agência Estado)
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