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Mundo Quinta-feira, 19 de Março de 2026, 17:30 - A | A

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Quinta-feira, 19 de Março de 2026, 17h:30 - A | A

EUA aprovam vendas emergenciais de armas para Emirados Árabes, Kuwait e Jordânia por US$ 16 bi

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira, 19, a aprovação da venda de equipamentos militares aos Emirados Árabes, Kuwait e Jordânia com valores próximos de US$ 16 bilhões, incluindo mísseis e sensores de defesa.

O Departamento de Estado americano aprovou a venda militar estrangeira ao governo dos Emirados Árabes de mísseis ar-ar de médio alcance avançados (AMRAAMs) e equipamentos relacionados, por um custo estimado de US$ 1,22 bilhão. Em comunicado, o organismo apontou que entregou nesta quinta a certificação necessária, notificando o Congresso sobre essa possível venda. Os Emirados Árabes solicitaram a compra de quatrocentos AMRAAMs, aponta.

O secretário de Estado, Marco Rubio, determinou e forneceu justificativa detalhada de que existe uma emergência que exige a venda imediata aos Emirados Árabes dos artigos de defesa, estando assim nos interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, dispensando assim os requisitos de revisão do Congresso.

"A venda proposta aprimorará a capacidade dos Emirados Árabes de enfrentar ameaças atuais e futuras, garantindo que o país disponha de munições ar-ar modernas e eficazes. Essa venda também fortalecerá o alto nível de interoperabilidade da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos com as Forças Conjuntas dos EUA e outras forças regionais. Os Emirados Árabes Unidos não terão dificuldades em integrar esses equipamentos e serviços às suas forças armadas", afirmou o Departamento de Estado.

Ao Kuwait, a venda aprovada pelo Departamento foi de radares de sensores de defesa aérea e antimíssil de nível inferior, com um custo estimado de US$ 8 bilhões. Além disso, houve radar de discriminação de longo alcance e equipamentos relacionados, no valor de US$ 4,5 bilhões, especificou o organismo. Já a Jordânia adquiriu aeronaves, munições e equipamentos relacionados, com um custo estimado de US$ 70,5 milhões.

(Com Agência Estado)

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