O PAF prevê participação entre 46% e 50% para os papéis remunerados pela taxa Selic na DPF este ano. Em 2025, esses títulos responderam por 48,3% da dívida. O PAF do ano passado previa um intervalo de 48% a 52% para os papéis.
Para os títulos prefixados, o PAF prevê uma participação entre 21% e 25% em 2026, contra um intervalo de 19% a 23% em 2025. Esses títulos fecharam o ano passado com participação de 22%. Já para os papéis atrelados à inflação, o documento propõe uma razão de 23% a 27% este ano, ante 24% a 28% em 2025. No fim do ano passado, eles representavam 25,9% da DPF.
O plano anual estipula que os títulos atrelados ao câmbio devem fechar 2026 com participação entre 3% e 7% na DPF, os mesmos intervalos de 2025. Efetivamente, eles encerraram o ano passado com 3,8% do total.
O documento prevê, ainda, que os vencimentos da DPF em 12 meses devem chegar ao fim de 2026 entre 18% e 22% do estoque. Em 2025, o intervalo previsto foi de 16% a 20%, e a razão era de 17,5% no fim do ano. O prazo médio da dívida deve ficar entre 3,8 e 4,2 anos, o mesmo nível de 2025. No fim do ano passado, era de 4,0 anos.
(Com Agência Estado)
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