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Economia Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 13:45 - A | A

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 13h:45 - A | A

Ministério da Fazenda eleva a projeção para a alta do PIB de 2024 de 2,2% para 2,5%

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Ministério da Fazenda revisou para cima a projeção de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2024. De acordo com a grade de parâmetros divulgada nesta quinta-feira, 16, pela Secretaria de Política Econômica (SPE), a estimativa para a expansão da atividade este ano passou de 2,2% para 2,5%. Para 2025, a projeção se manteve em 2,8%. O último boletim macrofiscal da SPE havia sido divulgado em março de 2024.

De acordo com o Boletim Macrofiscal, a alta na previsão para o PIB de 2024 é motivada por maiores contribuições esperadas para a absorção doméstica e para o setor externo. No caso do avanço nas estimativas de absorção doméstica, contribuíram o crescimento "robusto" das vendas no varejo e dos serviços prestados às famílias, o aumento na geração líquida de postos de trabalho e a expansão das concessões de crédito, disse a Fazenda.

Os sinais de recuperação do investimento, baseados na expansão de indicadores de atividade na construção civil e no crescimento das importações de bens de capitais, também auxiliaram nesse sentido.

Para o setor externo, a perspectiva de maior contribuição reflete a depreciação cambial recente, argumentou a SPE.

Rio Grande do Sul

No documento, a Fazenda já fez uma ponderação sobre a tragédia climática registrada no Rio Grande do Sul, observando que, nas estimativas de crescimento, não estão considerados os impactos da calamidade do Estado na atividade econômica.

A magnitude desse efeito depende da ocorrência de novos eventos climáticos, de transbordamentos desses impactos para Estados próximos e do efeito de programas de auxílio fiscal e de crédito nas cidades atingidas pelas chuvas, listou a SPE.

O PIB do Rio Grande do Sul, com peso aproximado de 6,5% no PIB brasileiro, deverá registrar perdas principalmente no segundo trimestre, parcialmente compensadas ao longo dos trimestres posteriores, avaliou a Fazenda.

"Atividades ligadas à agropecuária e indústria de transformação deverão ser as mais afetadas a nível nacional, por serem mais representativas no PIB do Estado que no PIB brasileiro", escreveu a SPE.

PIB nos dois anos mais à frente

As projeções da SPE para o PIB nos anos mais à frente foram mantidas: em 2026, em 2,5%, para 2027, em 2,6%, e em 2028, em 2,5% de alta.

No último relatório Focus, divulgado na segunda-feira, 13, os analistas de mercado consultados pelo Banco Central projetaram uma alta de 2,09% para o PIB de 2024.

Para 2025, a estimativa no Focus é de alta de 2,00%. As projeções de mercado para 2026 e 2027 também estão em 2,00%, para os dois anos.

Setores.

Sobre 2024, a Fazenda afirma que a expansão projetada para serviços no ano mais que compensou revisões para baixo nas estimativas de crescimento da agropecuária e da indústria. Para a agropecuária, a variação esperada para o PIB saiu de -1,3% para -1,4%, refletindo, principalmente, a redução nos prognósticos para a safra de soja e milho neste ano.

No caso da indústria, a expectativa de crescimento em 2024 também foi revisada para baixo, de 2,5% para 2,4%. A alteração refletiu, sobretudo, o menor crescimento esperado para o setor no primeiro trimestre do ano, em função de dados mais fracos observados para indústria extrativa e para a produção de bens de capital em março, disse a Fazenda.

Em contrapartida, a projeção para a expansão dos serviços aumentou de 2,4% para 2,7%.

(Com Agência Estado)

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