"Os impactos econômicos de uma alta do petróleo - de um ponto de vista do crescimento fiscal, da taxa de câmbio e de várias variáveis macroeconômicas - podem ser até positivos, digamos assim. Podem até ajudar a impulsionar a economia brasileira em 2026. Mas é evidente que nós não queremos, não desejamos que ninguém ganhe dinheiro com a guerra, certo? Não é esse o objetivo", declarou o secretário, em coletiva à imprensa.
Mello emendou que o governo também não quer que os consumidores brasileiros sejam mais impactados por conflitos, por isso, mesmo diante de um cenário positivo do ponto de vista geral macroeconômico, adotou medidas de mitigação de eventuais impactos negativos do conflito, em particular no preço dos combustíveis.
(Com Agência Estado)
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