Na comparação com fevereiro de 2025, houve crescimento de 7,4%, impulsionado principalmente pelo aumento de 9% no volume exportado. O desempenho reflete ações voltadas à ampliação e abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro, conduzidas pelo ministério em parceria com outras instituições e com o setor privado.
Apesar do avanço nas vendas externas, o preço médio internacional registrou queda de 1,5%, acompanhando a tendência observada em índices globais de alimentos divulgados por organismos internacionais.
As importações de produtos agropecuários somaram US$ 1,5 bilhão no mês, recuo de 9,1% em relação a igual período do ano passado. Com isso, o saldo da balança comercial do agronegócio alcançou superávit de US$ 10,5 bilhões.
A China permaneceu como principal destino das exportações do agro brasileiro, com US$ 3,6 bilhões e participação de 30,5% no total embarcado. Em seguida aparecem a União Europeia, com US$ 1,8 bilhão, e os Estados Unidos, com US$ 802,9 milhões.
Entre os principais setores exportadores do agro em fevereiro destacam-se o complexo soja, com US$ 3,78 bilhões e participação de 31,4% nas vendas externas, seguido pelas proteínas animais (US$ 2,7 bilhões), produtos florestais (US$ 1,27 bilhão), café (US$ 1,12 bilhão) e o complexo sucroalcooleiro (US$ 861,35 milhões).
Segundo o ministério, o resultado também reflete a diversificação dos mercados compradores e o crescimento das vendas para países asiáticos, como Vietnã e Índia, que registraram forte aumento nas importações de produtos do agronegócio brasileiro no período.
(Com Agência Estado)
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