A montadora alemã de carros de luxo estima margem ajustada na divisão de automóveis entre 3% e 5% em 2026, abaixo dos 5,6% aguardados pelo consenso e dos 5% registrados em 2025.
A margem teria alcançado 6,1% em 2025 se não fosse o efeito das tarifas, que implicaram custos de cerca de 1 bilhão de euros.
"Vimos cautela em relação à China e às tarifas dos EUA para 2026, e parece que essas preocupações eram bem fundamentadas", disse Tom Narayan, analista do RBC Capital Markets, em nota a clientes.
A receita do grupo no ano passado caiu 9,2%, e o lucro antes de juros e impostos (Ebit) recuou mais de 50%, ambos abaixo das expectativas de mercado.
Apesar disso, a companhia projeta melhora significativa dos ganhos neste ano, apoiada no lançamento de novos modelos e em um esforço global para reforçar a competitividade.
A Mercedes-Benz pretende lançar mais de 40 novos modelos até 2027 e destacou, em balanço publicado nesta quinta-feira, que sua carteira de pedidos está preenchida até a segunda metade de 2026, com a produção operando em três turnos para atender à alta demanda. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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