Durante programa matinal da EBC, Marinho foi questionado sobre a redução gradual do número de trabalhadores atendidos pelos programas PIS e Pasep. A partir de 2026, o valor da renda máxima para ter acesso ao abono salarial será corrigido pela inflação.
"Se temos uma política agressiva para crescer o salário mínimo e não fizermos esse ajuste (sobre medidas como abono), nós vamos aumentar muito o impacto deste custo e, portanto, antecipar a pressão de reforma da previdência para tirar do próprio trabalhador. Então nós precisamos ir adequando esse processo de forma muito responsável", declarou Marinho.
O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor está no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira ao Congresso Nacional.
"É preciso criar as condições de a política de valorização do salário mínimo ser mais agressiva do que tem sido. É uma insistência minha desde quando fui presidir a Central Única dos Trabalhadores, que esse é o patamar para você provocar a distribuição de renda, de forma sustentável e de forma equilibrada nas contas públicas, porque tudo isso repercute no impacto da previdência social", declarou o ministro.
(Com Agência Estado)
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