"Estamos acreditando na área que anunciamos no dia 17 (de setembro) na Costa do Marfim. Onde tiver similaridade com o Brasil (na África) vamos estudar", afirmou a executiva durante a J.Safra Investment Conference, em São Paulo.
Apesar de perguntada, a dirigente não comentou o impacto que a empresa poderá ter se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumprir a ameaça de suspender as exportações de diesel do país. Mas ao longo da apresentação afirmou que na sua gestão "repaginou o parque de refino", que hoje produz mais de 100% da sua capacidade.
"Avançamos na produção de diesel e a expectativa é ser autossuficiente no próximo quinquênio", confirmou Magda.
Ela explicou ainda, que a empresa está dedicada a recuperar a produção de campos maduros, como os da bacia de Campos, que segundo ela produziu apenas 18% do seu potencial e pode elevar esse patamar para 30%/35% com a revitalização desses campos, prática intensificada na sua gestão.
"Precisamos ter mais esforços nos campos maduros para tirar mais deles. Já os campos economicamente marginais são diferentes. É animal que precisa ser tratado com terceirização e operação ou cessão de direitos", explicou.
(Com Agência Estado)
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