Segundo Hammack, a inflação persistentemente alta é a maior preocupação e o índice de preços de gastos com consumo (PCE, em inglês) aponta para o núcleo - que exclui elementos voláteis - em 3,3%, após incorporar os dados desta semana.
"Para definir efetivamente a política monetária, preciso pensar não apenas em onde a economia estava, ou onde ela está hoje, mas também considerar para onde as coisas vão nos próximos seis ou 12 meses", disse ela ao enfatizar que formulou sua visão considerando os dados e conversas com líderes empresariais e comunitários.
Líderes regionais apontam os custos de energia e as interrupções na cadeia de suprimentos como fatores inflacionários, mas também citam pressões do seguro e da construção de data centers de inteligência artificial (IA), frisou a dirigente. "Pela primeira vez no meu mandato, estou ouvindo empresas que dizem achar que precisamos agir para conter a inflação, e de consumidores que não conseguem pagar as contas sobre um crescente sentimento de desespero", acrescentou.
Ao mesmo tempo, Hammack diz observar bons números de crescimento e gastos estáveis do consumidor.
(Com Agência Estado)
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