Segundo o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, o movimento de alta da moeda americana já havia começado na quinta, 16, impulsionado pela confirmação das tarifas e intensificado pelo aumento da aversão ao risco global. "Como o mercado ainda avalia os estragos do tarifaço, a primeira preocupação foi a busca por proteção. Com a escalada dos ataques ao Irã e deste contra aliados dos EUA, acabou complicando a situação ao redor do mundo", afirmou. Para ele, a manutenção das ameaças ao fluxo de petróleo - cujos preços sobem mais de 2% - e gás pelo Estreito de Ormuz continua sustentando a cautela dos investidores. Às 10h50, o dólar à vista subia 0,57%, cotado a R$ 5,1275.
(Com Agência Estado)
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