O presidente da Câmara destacou que o parlamento brasileiro apoia o diálogo respeitoso entre nações soberanas, mas discorda do uso de barreiras comerciais como instrumento de ingerência ou pressão política. "Contamos com a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso, como instrumento legítimo de defesa dos interesses nacionais", frisou.
Ainda na nota, ele disse que "medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no País. Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira".
Motta reforçou ainda que a Câmara dos Deputados acompanhará de perto os desdobramentos do tarifaço e "atuará com responsabilidade e firmeza na defesa dos interesses do País". E complementou: "O Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, de seus exportadores e, sobretudo, dos empregos dos brasileiros."
(Com Agência Estado)
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