Considerando a métrica acumulada em 12 meses, o resultado representou uma aceleração em relação ao mesmo período até novembro, quando o avanço era de 2,39%.
O índice ex-agropecuário, que exclui os efeitos do setor, encerrou o ano com alta de 1,80% - também acelerando em relação ao mesmo intervalo de tempo até novembro, quando avançava 1,72% (revisado, de 1,71%).
O indicador da agropecuária acumulou alta de 13,05%, contra 13,22% (revisado, de 13,20%), no mesmo período até o mês anterior.
Na mesma base de comparação, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 1,26% (revisado, de 1,24%) para 1,45%. O índice de serviços passou de 2,00% (revisado, de 2,02%) para 2,06%. O indicador de impostos - equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) - passou de 1,23% (revisado, de 1,17%) para 1,24%.
Trimestre
O IBC-Br total cresceu 0,4% no trimestre móvel encerrado em dezembro, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro teve alta de 0,3%, e o específico do agro cresceu 2,8%. A indústria caiu 0,2%; os serviços aumentaram 0,5%; e os impostos subiram 0,3%.
Considerando o trimestre até dezembro, mas frente ao mesmo período de 2024 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,69%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,62%, e o específico do agro, de 4,41%. A indústria avançou 0,81%; os serviços, 2,09%; e os impostos ficaram praticamente estáveis, com alta de 0,58%.
(Com Agência Estado)
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