Ainda conforme o relato de Galípolo, na reunião, os representantes do Master relataram ao presidente que estavam sendo perseguidos pelo mercado financeiro e que a dificuldade deles em conseguir captação era resultado justamente dessa perseguição.
À CPI, o presidente do BC observou que essa versão não era muito aderente, dado o próprio tamanho do banco. "Não era um banco que tinha tamanho para isso", disse.
Também à comissão, Galípolo frisou que sempre gozou de toda autonomia para fazer seu trabalho no BC e que a orientação que recebeu do governo foi não proteger nem perseguir ninguém no caso Master.
O banqueiro central observou ainda que nunca conversou sobre o caso Master com o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), nem com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
(Com Agência Estado)
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