Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 2,51%, a 10.608,88 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 4,74%, a 24.007,18 pontos. Em Paris, o CAC 40 saltou 4,49%, a 8.263,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 3,70%, a 47.091,55 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 3,90%, a 18.125,35 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,89%, a 9.450,19 pontos. As cotações são preliminares.
Mediada pelo Paquistão, a trégua Washington-Teerã foi anunciada na terça-feira poucas horas antes de expirar o prazo dado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para exterminar "uma civilização inteira" caso o estreito não fosse reaberto. Os dois países devem realizar negociações em Islamabad na sexta-feira, enquanto o país persa pressiona por um cessar-fogo também no Líbano.
Entre os destaques europeus, a Anglo American avançou 6,30%, seguindo a alta dos metais. O movimento positivo também foi registrado por empresas aéreas, com a Air France-KLM (+12,18%) e a International Consolidated Airlines Group (+8,77%), onde as ações da British Airways são negociadas, favorecidas pela forte queda do petróleo.
O setor de tecnologia do Stoxx 600 subiu 5,70%, com a empresa de semicondutores ASML (+7,47%) e SAP (+2,42%) registrando fortes ganhos. Na contramão, as petrolíferas recuavam pressionadas pela queda das cotações da commodity. A Shell tombou cerca de 5%, destacando os efeitos do conflito para seu primeiro trimestre fiscal, a BP cedeu 6,06% e a TotalEnergies teve baixa de 3,42%. O subíndice de energia do Stoxx 600 caiu 3,51%.
No cenário macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro diminuíram em fevereiro ante janeiro, contrariando a previsão de estabilidade. Na Alemanha, as encomendas à indústria subiram em linha com o consenso de analistas.
(Com Agência Estado)
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