A IRGC também advertiu que, se as agressões contra o Líbano não cessarem imediatamente, "daremos uma resposta que fará os agressores na região se arrependerem". O texto acusa Israel de violar o cessar-fogo e de realizar um "massacre selvagem" em Beirute, além de fazer um alerta direto aos Estados Unidos, a quem chama de "parceiro" de Israel.
O Hamas também condenou a ofensiva de Israel contra Beirute após o pacto de trégua, classificando-a como "ataque terrorista" e "bombardeio brutal" contra áreas densamente povoadas, com centenas de vítimas, entre mortos e feridos. Em comunicado enviado via Telegram na tarde desta quarta-feira, o grupo acusou Israel de buscar restaurar sua capacidade de dissuasão por meio de "massacres" e afirmou que as ações demonstram desprezo pelo direito internacional.
Do lado israelense, as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) confirmaram ataques na capital libanesa, afirmando ter atingido um comandante do Hezbollah em Beirute.
O chefe do Estado-Maior israelense, Eyal Zamir, disse que o país continuará as operações. "Não vamos comprometer a segurança dos moradores do norte de Israel. Continuaremos a atacar com determinação", pontuou.
(Com Agência Estado)
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