Galípolo observou que é difícil para o investidor escapar de ativos norte-americanos, dada a valorização das ações negociadas em Nova York, puxada pela transformação da inteligência artificial, e por o mercado de títulos públicos norte-americanos ser muito superior a qualquer outro. Porém, pontuou o presidente do BC, esses investimentos em ativos americanos vêm ocorrendo agora com um maior hedge (proteção) contra uma eventual desvalorização do dólar, o que é um cenário favorável a mercados emergentes.
Ele ponderou que a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mitigou um pouco a aversão ao risco nos mercados, por trazer a percepção de que a condução do banco central norte-americano será técnica e preocupada com o dólar.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.





