O banqueiro central emendou que, em sua visão, essa dissonância de primeira ordem, em função dos choques de oferta, tem se propagado no comportamento dos agentes econômicos e reverberado em outras dissonâncias, que "têm gerado algum tipo de incômodo".
O presidente do BC voltou a mencionar que os últimos seis anos foram marcados por quatro choques de oferta. "Acho que todos nós gostaríamos de ter uma pausa em participar de grandes eventos históricos", brincou.
As declarações de Galípolo foram realizadas durante participação na abertura do XII Seminário Anual de Política Monetária promovido pelo Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), no Rio de Janeiro.
(Com Agência Estado)
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