O serviço estava paralisado há cerca de 50 dias porque a empresa DTA Engenharia, que havia assinado o contrato para retomar a dragagem em março de 2026, com dispensa de licitação, deixou o serviço. O contrato assinado era de 44,7 milhões.
O Porto de Itajaí é um dos principais polos de movimentação de contêineres do Sul do Brasil, com atuação nos segmentos de carnes congeladas, madeira e produtos industrializados. A manutenção da profundidade do canal é considerada essencial para garantir a competitividade logística da região frente a outros portos como Porto de Santos e Porto de Paranaguá.
As operações nos terminais na região não foram interrompidas e nenhum navio foi impedido de acessar o Porto de Itajaí, mas segundo apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), empresas que dependem do canal para atuar afirmam que a situação foi menos prejudicial dado o período de menores índices pluviométricos da época do ano na região. As chuvas aumentariam o acúmulo de sedimentos no fundo do canal.
Havia também a dúvida no setor de como a DTA conseguiria atender a região e mobilizar dragas para fazer o serviço, dada a inexperiência da empresa no setor de dragagem.
A Van Oord tem experiência em dragagem e volta à região com um prazo de 12 meses de trabalho e com a possibilidade de prorrogação por mais 48 meses, "garantindo maior previsibilidade para a manutenção do canal e para as operações portuárias nos próximos anos", segundo a Autoridade Portuária.
(Com Agência Estado)
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