"A medida enfraquece a indústria nacional e amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária", avaliou a frente parlamentar.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, argumentou mais cedo que "o contrabando foi eliminado" com a taxa das blusinhas, o que permitiu ao governo zerar o tributo.
O presidente da FPI, deputado Júlio Lopes (PP-RJ), criticou a decisão. "Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal", afirmou.
(Com Agência Estado)
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