"Incentivamos o progresso rumo a uma resolução do conflito e à reabertura do Estreito de Ormuz. Os governos e a comunidade internacional devem permanecer vigilantes e continuar trabalhando juntos para defender o princípio da liberdade de navegação no Estreito e globalmente", defenderam.
As organizações se reuniram para discutir a resposta de suas instituições como parte da atuação do grupo de coordenação criado em abril. O comunicado conjunto, divulgado nesta quarta-feira, 8, pontua que as incertezas permanecem elevadas e os impactos do conflito podem continuar sendo sentidos, apesar da queda dos preços dos combustíveis e fertilizantes desde junho.
Além disso, as organizações afirmaram que o impacto do conflito tem sido desigual entre países e regiões, afetando o fornecimento de energia, a segurança alimentar, os mercados de commodities e a atividade econômica, causando preocupações em relação ao crescimento e à estabilidade de preços.
No comunicado, as instituições destacaram a importância de apoiar a recuperação econômica, proteger empregos e fortalecer a segurança energética e alimentar, além de aumentar a resiliência a choques futuros.
(Com Agência Estado)
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