João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos, haviam sido presos temporariamente em 20 de junho, uma semana depois da morte da jovem.
João era apontado como suspeito de sumir com a câmera que estava acoplada ao braço da vítima durante o salto. A investigação, no entanto, não encontrou provas suficientes para indiciá-lo. Em uma carta, o homem já havia negado a acusação.
A polícia também não encontrou elementos suficientes para indiciar Gabriel, apontado como integrante eventual da equipe de rope jump. No momento do salto, segundo a investigação, ele não tinha como visualizar a eventual ausência de cordas na vítima. O rapaz era um dos responsáveis pela debreagem, momento em que a corda passa a sustentar o praticante depois da queda livre.
"Se a própria autoridade responsável pela investigação afirma que a segregação cautelar não é mais necessária ao êxito dos trabalhos investigatórios, esvazia-se o fundamento que autorizou a decretação da medida. A tal conclusão soma-se a manifestação favorável do Ministério Público, titular da ação penal, o que reforça a ausência de interesse persecutório na manutenção da medida", afirmou a juíza na decisão.
João Antonio deixou a cadeia onde estava preso, em Limeira, no fim da tarde desta quarta-feira, de acordo com os advogados de defesa Vitor Aurélio e Ana Flávia de Almeida Foguel. Em relação a Gabriel, o Estadão tenta localizar a defesa dele para confirmar a soltura.
(Com Agência Estado)
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