Para o ministro, manter o entendimento da Justiça do Distrito Federal poderia comprometer a organização interna da sigla para as eleições, uma vez que as convenções partidárias estão marcadas para começar em 20 de julho.
"A manutenção de vácuo na direção nacional do partido, faltando poucos dias para o início das convenções, compromete a formação regular da vontade partidária quanto à escolha de candidatos e à deliberação sobre coligações", afirmou.
Nunes Marques também apontou que a indefinição sobre o comando do Cidadania afetaria a federação formada com o PSDB, cujo acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita em rádio e televisão depende do cumprimento da cláusula de desempenho.
A decisão do TJDFT havia suspendido os efeitos de reuniões que elegeram Alex Manente como presidente da legenda. A ação, apresentada por um grupo rival dentro do partido, alegou que a reunião que convocou o congresso nacional da sigla, em que a nova diretoria foi escolhida, foi inválida por falta de quórum.
(Com Agência Estado)
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