A receita bruta LTM da companhia caiu 15,8% em base de comparação anual, atingindo R$ 5,7 bilhões.
Segundo a Oncoclínicas, a crise de abastecimento ocorreu principalmente nos meses de março e abril, e foi praticamente normalizada durante o trimestre após o recebimento de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) de R$ 150 milhões.
"Esta redução mensal no volume de compra de drogas para tratamento, quando comparado com números históricos da companhia, possui impacto diretamente relacionado a receita bruta e ao volume de tratamentos performados no período", destacou.
A receita líquida trimestral totalizou R$ 1,047 bilhão, diminuição de 416,5 milhões, o equivalente a uma queda de 28,5%, em base anual de comparação. Essa dinâmica está relacionada ao volume de provisões de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) durante o trimestre.
(Com Agência Estado)
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