"Vocês terão acesso preferencial sobre todos os outros países e serão o parceiro preferencial. E eles disseram que precisavam de uma situação melhor do que essa e se afastaram", explicou Greer, acrescentando que não há problema em dar continuidade à política comercial americana "conforme o planejado".
Segundo ele, os canadenses queriam um escopo maior envolvendo automóveis, com a inclusão de caminhões mais pesados, além de caminhões de passageiros e carros.
Greer frisou ainda que outro ponto de divergência foi o Canadá querer parte dos lucros de grandes empresas de tecnologia: "Há países como Austrália e Canadá em que o governo aborda empresas como a Netflix e diz que elas têm de destinar 5% aos produtores de conteúdo canadenses. E achamos que isso é um imposto discriminatório sobre as empresas americanas."
(Com Agência Estado)
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