Segundo a FAA, o problema está relacionado ao uso de procedimentos incorretos em testes de folga (backlash) do estabilizador horizontal, o que pode ter gerado resultados inválidos nessas verificações. A agência afirma que a condição pode ter levado à detecção inadequada de folgas excessivas no componente. "A folga excessiva pode resultar em um fenômeno aeroelástico, expondo a estrutura e os sistemas ao redor a níveis inaceitáveis de vibração e reduzindo a controlabilidade da aeronave", diz o documento.
A diretriz determina a inspeção dos estabilizadores horizontais esquerdo e direito das aeronaves afetadas e, quando necessário, a substituição de peças de fixação e do atuador do sistema de compensação (trim).
A FAA estima que a determinação afete 41 aeronaves registradas nos Estados Unidos. O custo da inspeção foi calculado em cerca de US$ 1.360 por avião. Caso todos os reparos previstos sejam necessários, o gasto pode chegar a aproximadamente US$ 14.950 por aeronave. Segundo a FAA, porém, os custos podem ser parcialmente ou integralmente cobertos pela garantia da fabricante, o que reduziria o impacto financeiro para os operadores.
A agência ressalta que a medida foi adotada para evitar riscos à segurança operacional. "A condição insegura, se não for corrigida, pode resultar em níveis inaceitáveis de vibração e redução da controlabilidade da aeronave."
(Com Agência Estado)
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