Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 16:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 16h:00 - A | A

EUA ampliam sanções contra empresas do níquel e centros militares ligados a Cuba

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O governo dos EUA anunciou nesta quinta-feira, 17, novas sanções contra Cuba, mirando empresas estatais ligadas ao setor de níquel e estruturas associadas ao desenvolvimento de capacidades militares. Em declaração, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o regime cubano concentra recursos do país nas mãos de uma elite militar e direciona receitas da exploração mineral para sustentar o aparato de segurança.

De acordo com o Departamento de Estado, foram sancionados 11 alvos, entre oito entidades e três dirigentes militares. No campo da defesa, a lista inclui quatro organizações descritas como voltadas a pesquisa, desenvolvimento e produção para as Forças Armadas cubanas, abrangendo atividades como simuladores e treinamento, projetos navais, modernização de armamentos de infantaria e fabricação de eletrônicos e comunicações: SIMPRO, CIDNAV, CIDAI e GELCOM. Também foram incluídos três oficiais apresentados como responsáveis por essas estruturas: Joaquin Francisco Cancio Monteagudo, Dioglis Pedrera Arguello e Julio Hurtado Betancourt.

No eixo econômico, Washington mirou o que chamou de cadeia de exploração do níquel, apontada como fonte de moeda forte para o governo cubano. Entraram na relação SERCONI, CEPRONIQUEL, CEDINIQ e PINARES S.A., citadas como prestadoras de serviços ao setor, empresas de engenharia e projetos, centros de pesquisa e companhias de prospecção mineral.

Segundo a nota, a sanção prevê bloqueio de bens e interesses dos alvos que estejam nos Estados Unidos ou sob controle de cidadãos e empresas americanas. Em geral, ficam proibidos negócios e pagamentos envolvendo os sancionados, salvo em casos autorizados por licenças. O Departamento também advertiu que estrangeiros que façam transações com os alvos podem enfrentar restrições e lembrou que seguem em vigor as regras do embargo americano a Cuba.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros