"Eu não faço pedidos ao Copom. Eu acho que a gente tem que olhar que os dados têm vindo robustos na economia brasileira, com a inflação sob controle. A gente, inclusive nas medidas que estão sendo adotadas com muito rigor, seja no tempo, seja no volume do impacto da guerra principalmente nos combustíveis, tem gerado essa possibilidade de mitigar aumentos de preços no País. Então, a expectativa é que a gente siga tendo os cortes como anunciado, mas aqui não é um pedido para o Copom", disse o ministro.
De acordo com ele, a Fazenda faz o seu trabalho no lado fiscal, que tem melhorado desde 2023, para que se consiga harmonizar, quanto mais, a política monetária.
(Com Agência Estado)
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