"Sim, vai ter um aporte no FGO também. Vai ser o suficiente pra gente garantir a renegociação de quem quiser fazer. Nós vamos dar condições para uma renegociação no País", disse o ministro ao ser questionado por jornalistas se os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) seriam suficientes e se haveria outra fonte de financiamento do programa de renegociação de dívidas.
Durigan, no decorrer desta segunda-feira, se reuniu com o presidente da Febraban, Isaac Sidney, dos bancos Itaú, Milton Maluly Filho; Santander, Mário Leão; BTG Pactual, André Esteves; Caixa, Carlos Antônio Fernandes; Nubank, Lívia Chaves; e Bradesco, Marcelo Noronha. Também houve encontros com o vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do Banco do Brasil, Felipe Guimarães, além de representante do Citibank.
De acordo com ele, Fazenda e instituições bancárias chegaram a um consenso em relação a taxas de juros e prazos para pagamento das dívidas a serem renegociadas. Disse que não poderia adiantar mais detalhes porque amanhã irá levar ao presidente Lula as conclusões das reuniões desta segunda-feira e que o mandatário deve anunciar o programa ainda nesta semana.
"Estamos, hoje, concluindo aqui as conversas com as instituições financeiras, para entregar ao presidente essa semana o programa de renegociação das dívidas das famílias brasileiras. Vou contar para vocês como foi a reunião com os bancos. Tive aqui a honra de receber todos os CEOs dos principais bancos, inclusive do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, que estiveram comigo. A gente passou em revista todos os pontos do programa. A área técnica me acompanhou, trouxe a perspectiva, os bancos também. Eu arbitrei os pontos finais e vou levar ao presidente amanhã, para que o presidente nos próximos dias anuncie esse programa", disse Durigan.
Segundo o ministro, o Desenrola 2.0, como está sendo chamado, tem aquela linha geral, de exigir reduções de uma dívida que as famílias brasileiras mais sofrem hoje. Ele listou o cartão de crédito, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e o cheque especial.
(Com Agência Estado)
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