"Se não fosse a União assegurar a ampliação dessa capacidade de tomar crédito do governo do Distrito Federal nós provavelmente teríamos uma privatização ou uma liquidação do Banco de Brasília", afirmou Erika Kokay.
Ela repetiu que a ideia é haver um empréstimo que vai ser feito pelo FGC e que será avaliado por um consórcio de bancos, cujas condições ainda são sendo discutidas nesse momento. Segundo ela, na quinta-feira haverá uma reunião para definir as condições desse empréstimo junto com um possível plano de ajuste fiscal do Governo do Distrito Federal (GDF).
O deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) afirmou que a única coisa que o governo vai fazer é ampliar a capacidade do GDF tomar empréstimo. A capacidade atual é de R$ 900 milhões, mas é preciso de R$ 5 bilhões, que deve ser o novo limite autorizado e disse que Durigan assegurou que não terá um centavo governo federal para salvar BRB.
Vigilante afirmou que Durigan não disse quanto seria a nova capacidade de empréstimo para o GDF. Segundo Kokay, o aumento será no limite estabelecido pelo Senado, de até 16%. Ela repetiu que não haverá garantia da União para o empréstimo.
"Era uma situação evitável, se nós tivéssemos um governo ético aqui no Distrito Federal. Então, portanto, este processo e esta discussão e essa posição da União ela é importante para que você venha preservar o Banco de Brasília pelo impacto que o Banco de Brasília tem", completou a deputada.
Ela criticou ainda o nível de patrocínio que o BRB mantém com o Flamengo, dizendo que o contrato não tem transparência.
(Com Agência Estado)
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