As embarcações que poderão chegar ao porto terão 366 metros de comprimento, com capacidade de até 16 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), "tornando o complexo o primeiro do Brasil com capacidade para navios desse porte com carga máxima". Na opinião do presidente do Sinditrade, Rogério Marin, com a dragagem, os portos do norte de Santa Catarina "passam a competir com terminais de grande porte da América Latina e entram no radar de armadores internacionais para atrair novas linhas", diz ele, na nota.
Marin acrescenta que, com o navio de grande porte operando em carga máxima, há redução de custos por contêiner transportado e do frete marítimo. "Esse tipo de avanço logístico funciona como um imã para investidores. Estamos falando de um impacto em cadeia, com geração de empregos, aumento na arrecadação e expansão da pauta exportadora do Estado", complementa, na nota.
O especialista também destaca que a melhoria pode consolidar Santa Catarina como o principal corredor de exportação do Sul do Brasil. "Com maior eficiência e capacidade, a Baía da Babitonga deve assumir um papel importante no escoamento de cargas no Estado, integrando a economia nacional ao mercado global com mais fluidez." Os Portos de São Francisco do Sul e de Itapoá perfizeram, em 2024, mais de 60% da movimentação portuária de Santa Catarina.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

