A ata, contudo, não trouxe sinal claro sobre a próxima decisão de juros, destacando que a magnitude do ciclo será ajustada à luz da evolução do cenário.
Para o economista-sênior da Tendências, Silvio Campos Neto, a dinâmica externa segue influenciando os ativos, mas os dados domésticos também estão no radar.
"A ata do Copom não trouxe nenhum sinal firme sobre a próxima decisão, que permanece na dependência das novas informações a serem incorporadas", afirmou ele, em análise matinal.
Segundo Silvio Campos Neto, o dólar deve permanecer próximo aos níveis do fechamento de ontem, a R$ 5,1107.
Às 10h07, o dólar à vista renovava mínima a R$ 5,0989 (baixa de 0,23%), com máxima intradiária de R$ 5,1120. O contrato futuro para setembro era cotado a R$ 5,123 (recuo de 0,18%), próximo à mínima da sessão, de R$ 5,122, com máxima de R$ 5,135.
(Com Agência Estado)
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