Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG subiu de 94,5% do PIB em agosto para 95,2% no mês passado.
A DBGG que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as empresas estatais é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) que leva em conta as reservas internacionais do Brasil aumentou de 69,3% do PIB em agosto para 70,0% em setembro. Em reais, atingiu R$ 9,379 trilhões.
(Com Agência Estado)
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