Collins revelou que apoiou o corte de juros de 25 pontos-base em dezembro porque viu uma mudança na balança de riscos diante dos dados disponíveis, mas que até novembro estava mais inclinada a deixar as taxas inalteradas.
A dirigente vê como menos prováveis os cenários de aumento da inflação, frente ao declínio nas expectativas inflacionárias de longo prazo, a alterações em políticas comerciais que baixaram a taxa efetiva de tarifas e ao enfraquecimento do mercado de trabalho. "Algumas evidências apontam para bolsões de fragilidade, especialmente entre pequenos negócios", disse.
"É importante para mim que o guidance do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, em inglês) também ecoe o comunicado, que precede uma pausa nos cortes de juros", afirmou Collins. "É claro, a política monetária não está em trajetória predeterminada".
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.


