Em termos regionais, os resultados foram heterogêneos: houve aumento da confiança nas regiões Centro-Oeste, Sul e Nordeste, enquanto houve queda no Norte e Sudeste. No recorte por classes, a ACSP aponta que houve aumento da confiança das classes A, B, D e E, e queda para a classe C em janeiro.
Segundo a pesquisa, houve melhora relativa na percepção das famílias em relação à sua situação financeira atual, enquanto as expectativas futuras de renda e emprego pioraram. Já a segurança no emprego manteve-se estável.
O estudo aponta que a piora das expectativas quanto ao emprego e renda implicou em menor disposição relativa a comprar itens de maior valor e bens duráveis, além de diminuir a propensão a investir.
O economista Ulisses Ruiz de Gamboa, ACSP, reconhece que o mercado de trabalho continua gerando aumentos de renda e emprego. Junto ao consignado do trabalhador e outras transferências de renda do governo, ajuda a sustentar o ânimo e consumo das famílias. Por outro lado, os efeitos positivos dessa dinâmica parecem ser mais do que compensados pelos efeitos negativos do alto grau de endividamento das famílias e da desaceleração da economia, penalizada pelos juros elevados.
A pesquisa foi realizada com uma amostra de 1.679 famílias, em nível nacional, residentes em capitais e cidades do interior.
(Com Agência Estado)
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