Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 08:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 08h:30 - A | A

Confiança do consumidor retorna ao nível neutro em janeiro, a 100 pontos, afirma ACSP

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado pela PiniOn para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), alcançou 100 pontos em janeiro, na margem. O resultado interrompe uma série de quatro aumentos consecutivos do índice. Leituras acima de 100 pontos indicam avaliações otimistas, enquanto as abaixo dessa marca indicam considerações pessimistas.

Em termos regionais, os resultados foram heterogêneos: houve aumento da confiança nas regiões Centro-Oeste, Sul e Nordeste, enquanto houve queda no Norte e Sudeste. No recorte por classes, a ACSP aponta que houve aumento da confiança das classes A, B, D e E, e queda para a classe C em janeiro.

Segundo a pesquisa, houve melhora relativa na percepção das famílias em relação à sua situação financeira atual, enquanto as expectativas futuras de renda e emprego pioraram. Já a segurança no emprego manteve-se estável.

O estudo aponta que a piora das expectativas quanto ao emprego e renda implicou em menor disposição relativa a comprar itens de maior valor e bens duráveis, além de diminuir a propensão a investir.

O economista Ulisses Ruiz de Gamboa, ACSP, reconhece que o mercado de trabalho continua gerando aumentos de renda e emprego. Junto ao consignado do trabalhador e outras transferências de renda do governo, ajuda a sustentar o ânimo e consumo das famílias. Por outro lado, os efeitos positivos dessa dinâmica parecem ser mais do que compensados pelos efeitos negativos do alto grau de endividamento das famílias e da desaceleração da economia, penalizada pelos juros elevados.

A pesquisa foi realizada com uma amostra de 1.679 famílias, em nível nacional, residentes em capitais e cidades do interior.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros