A sonda estava com a operação suspensa pela ANP desde 4 de janeiro, após um incidente ter provocado o vazamento de fluido de perfuração biodegradável, que não oferece risco ambiental, segundo a empresa.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, havia antecipado que a licença deveria sair antes da vistoria marcada pela ANP no poço de Morpho, antes prevista para o período de 9 a 13 de fevereiro, mas antecipada para a última segunda-feira, 2.
Entre as principais condicionantes, a estatal terá de substituir todos os selos das juntas do riser (trechos suspensos das tubulações que interligam as linhas de produção às plataformas) seguindo o procedimento mais recente e enviar, em até cinco dias após a instalação da última peça, evidências fotográficas e análise de adequação.
A Petrobras também precisará demonstrar que treinou toda a equipe envolvida no novo protocolo de descida do BOP (equipamento de segurança); revisar o Plano de Manutenção Preventiva para reduzir o intervalo de coleta de dados dos registradores de vibração submarina nos primeiros 60 dias de operação; e só usar juntas de riser reserva após apresentar certificados de conformidade que atestem inspeção ou reparo conforme as normas.
(Com Agência Estado)
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