Na prática, a resolução 5.282 acrescentou os R$ 8 bilhões destinados aos Correios ao limite global de 2026. O volume total autorizado para operações do setor público este ano, com e sem garantia da União, passou de R$ 15,625 bilhões para R$ 23,625 bilhões - uma diferença de exatamente R$ 8 bilhões.
No ano passado, o Tesouro Nacional já havia dado garantia a um empréstimo de R$ 12 bilhões tomados pelos Correios com um consórcio de bancos. A estatal precisava de R$ 20 bilhões no total, mas acabou fazendo uma operação menor. O montante autorizado para 2026 completa o volume total de recursos que era considerado necessário.
(Com Agência Estado)
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